Você, homem, já respondeu a um comentário machista hoje? Post 5/Mulher

Ou: os homens podem participar da luta feminista?

Uma das principais discussões do feminismo está nos limites da participação do homem. Se o feminismo busca a igualdade política, econômica e social dos sexos, como bem trouxe a atriz britânica e embaixadora da Boa Vontade da ONU, Emma Watson, e se o lado da balança que sofre nessa história é o feminino, até onde o homem deve se posicionar?

Recentemente, a ONU Mulheres trouxe essa temática à tona com a campanha mundial #heforshe, que “colocou os homens no centro do ativismo e do diálogo para acabar com as persistentes desigualdades enfrentadas pelas mulheres e meninas em todo o mundo”.

E para colocar mais lenha nessa fogueira, convidamos você a ver o vídeo-poema de Jeremy Loveday abaixo. E deixamos, apenas hoje, a pergunta para os homens: o que você fez hoje quando ouviu um comentário/viu um comportamento machista?

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Gostou e quer ver o post anterior do Mês da Mulher? Clica aqui!

Marcas e empresas podem ser/ter atitudes feministas? – Post 4/Mulher

O post de hoje que segue a temática Dia Internacional da Mulher, publicada no mês de março aqui no site do COBG chega com uma pergunta:

Você acredita que marcas e empresas podem tomar posições feministas? E elas podem usar essas atitudes em suas propagandas?

Recentemente, podemos destacar, dentre tantas outras iniciativas, duas ações bem específicas que tiveram resultados completamente opostos.

A primeira delas, com um resultado negativo, se considerarmos as críticas online, foi a a da marca de Esmaltes Risqué, que criou a campanha “Homens que amamos”. A série de seis esmaltes, cada um com um título como “André fez o jantar”, gerou uma série de críticas ácidas a marca nas redes sociais, especialmente no Twitter.

A segunda, com um resultado positivo, se considerarmos a viralidade com que #LikeAGirl se espalhou, foi a da marca de absorventes Always, que fez um vídeo discutindo o esteriótipo do que significa fazer as coisas como uma menina.

Deixamos aqui o vídeo e uma peça da campanha publicitária e contamos com o seu comentário, dando a sua resposta para a pergunta que é título deste post.

Ah, pra quem quer acessar o Post 3, é só clicar aqui!

Vamos falar de menstruação? – Post 3/Mulher

No mês de março, o Círculo Operário iniciou uma série de postagens relacionadas à temática da Mulher.

Hoje temos a terceira postagem (você pode conferir a postagem 1 aqui e a 2 aqui), e o assunto é Coletor Menstrual.

Aliás, você conhecia essa possibilidade?

O COBG sabe que nem toda mulher que se identifica com esse gênero menstrua, mas esse post se destina a quem menstrua e a quem não também, já que indicar a possibilidade do coletor é válido!

O coletor menstrual é semelhante a uma taça muito pequena, feito de silicone, que tem a função de coletar (vejá só!) a menstruação, sendo inserido no interior da vagina e reutilizado ao longo do período e dos anos (sim, ele dura bastante).

Recentemente, ele tem caído no gosto das brasileiras, que até pouco tempo tinham que encomendar o “copinho” de fora do país. Hoje, já há empresas locais e essa nova maneira de recolher o sangue que as mulheres perdem durante o chamado período tem sido mais discutida nas redondezas.

Acreditamos que, para que você entenda (caso não conheça), o melhor é ver como é o coletor. Para isso, compartilhamos com você o vídeo produzido pela vlogger brasileira JoutJout (aproveite para conferir outros vídeos dela!), que fala de uma maneira bem descontraída sobre como descobriu o coletor e dando dicas de como utilizá-lo.

Para quem se interessar, uma rápida pesquisa em um buscador online já trará várias informações e empresas que comercializam o produto por aqui.

Em breve teremos nova postagem, acompanhe o COBG!