Só para elas – Post 8/Mulher

Quando você se descobriu mulher?

Você se identificou mulher ou te identificaram mulher? Você, atualmente, se identifica com o que o gênero feminino é?

O que é, afinal, é o gênero feminino?

Com que mulheres você se identifica? Qual das opções de gênero do Facebook você escolheu?

Pelo que você se interessa? Pelo que você luta? Com quais lutas você se identifica? E em quais você age?

Que gênero te representa? O que você representa? O que representa ser mulher? (ontem, hoje, no futuro)

Com qual característica feminina supervalorizada você se identifica? E com qual não? Qual esteriótipo te irrita? E qual te acolhe? Quantas piadas machistas você ouviu hoje? O que é machismo para você? E o que é feminismo?

E, roubando da obra de Simone Beauvoir, quando (e quanto) você se tornou mulher?

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Terminamos hoje a nossa série relacionada a temática Mulher, realizada no mês de março. Para ver as outras postagens, vai clicando:

Reflexões sobre o Dia Internacional da Mulher – Post 1/Mulher

As mulheres de Galeano – Post 2/Mulher

Vamos falar de menstruação? – Post 3/Mulher

Marcas e empresas podem ser/ter atitudes feministas? – Post 4/Mulher

Você, homem, já respondeu a um comentário machista hoje? Post 5/Mulher

Nascemos batendo e aprendemos a não fazê-lo? Ou será que é o contrário? – Post 6/Mulher

“Muito bem, Irmã Sufragista!” – Post 7/Mulher

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Essa postagem foi criada para que as pessoas se perguntem o que é ser mulher. Se você já se perguntou essas coisas, temos algumas outras contribuições.

Esta exposição de arte virtual aqui.

Este Manual para uso não sexista da linguagem, elaborado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres.

Esta postagem sobre as opções de gênero no Facebook.

E esse vídeo aqui embaixo:

“Muito bem, Irmã Sufragista!” – Post 7/Mulher

Difícil definir se de forma discreta ou não, mas definitivamente merecedora de atenção, uma das músicas do filme Mary Poppins, de 1964, traz um retrato de uma luta feminina.

Trinta e dois anos depois de que o voto feminino se tornou realidade no Brasil, o filme da babá mágica, adaptação conturbada  da obra literária de P.L. Travers, deu espaço a uma personagem expressivamente sufragista.  Nas telonas, a história se passava por volta de 1910, auge do movimento sufragista mundo afora.

Mas o que, afinal, é sufrágio?

O sufrágio é o direito a voto, o direito a emitir uma opinião. Assim dito, ele independe de gênero. Já o movimento sufragista, foi um conjunto de ações em todo o mundo de mulheres em busca de ter e exercer o direito de votar (antes, apenas os homens poderiam fazê-lo, e em muitos países outras minorias além das mulheres também sofriam com o fato de não poder decidir seus governantes). Uma das pioneiras do movimento foi a escritora inglesa Mary Wollstonecraft, defendendo publicamente o voto feminino desde 1792.

O primeiro país a permitir o voto feminino foi a Nova Zelândia, em 1883. Em 1927 foi a vez do Uruguai, pioneiro na América Latina, e somente em 1932 uma lei de Getúlio Vargas sanciona o direito ao voto feminino no Brasil.

A luta atual é pela representatividade da mulher nos postos de poder eletivo. Em 2006 entrou em funcionamento uma lei que determinava que pelo menos 20% das vagas de cada partido ou coligação deveriam ser preenchidas por candidatas mulheres. Posteriormente o percentual subiu para 30% aqui no Brasil. Mesmo assim, elas não são a maioria nos cargos, embora sejam a maioria eleitora.

Vamos mudar essa história?

Fontes aqui, aqui e aqui.

Quer ver a postagem anterior com a temática Mulher, é só clicar aqui!

 

Nascemos batendo e aprendemos a não fazê-lo? Ou será que é o contrário? – Post 6/Mulher

Não se bate em mulher nem com uma flor. Aquele ditado que ouvimos desde pequenos. Parece que ele ensina a não fazermos uma atitude que, atualmente, ainda, é a refletida na realidade de muitas mulheres. A pergunta é: bater em mulher é uma coisa natural para as crianças?

No Brasil, a lei 11.340, denominada Lei Maria da Penha, estabelece “mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do art. 226 da Constituição Federal” entre outras convenções e leis.

Na Itália, o jornal independente Fanpage quis descobrir qual era a reação de meninos de sete a 10 anos quando eram solicitados a bater em uma menina. Os antes confortáveis garotos, que responderam a perguntas simples como “o que você quer ser quando crescer?”, ao serem apresentados a Martina, não se intimidaram em lhe demonstrar carinho, a lhe elogiar ou a fazer caretas para ela, mas tiveram uma reação bem diferente quando o diretor pediu: agora, bata nela. Veja abaixo (infelizmente, sem legendas em português).

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Veja a postagem anterior da série Mulher aqui!